| É, quase isso... |
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sexta-feira, setembro 26, 2003 orgulho gaúcho II Tava rolando aqui no blogue um debate sobre o Rio Grande do Sul, principalmente por causa da Semana Farroupilha. Aí recebi por e-mail um texto muito legal sobre a terrinha, e notei que esse texto está circulando pelas caixas postais dos internautas por esses dias (sempre tem alguma coisa que chega por mail a todo mundo na mesma hora). No texto constam inclusive algumas estatísticas que enaltecem o nosso estado, demonstrando a boa qualidade de vida que se encontra aqui. E eis que ontem fiquei sabendo do lançamento de uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, que mapeou o índice de miseráveis dos municípios do Brasil. Eles consideram miserável o sujeito que ganha até 80 reais por mês, contando-se idosos e crianças. As informações completas estão aqui. Tive que falar sobre isso, pois os número são impressionantes: Dos 50 municípios do país com maiores índices de miseráveis, NENHUM é do Rio Grande Sul. Dos 50 municípios menos miseráveis do país, 32 são gaúchos. Dos 10 menos miseráveis, 9 são daqui. Esses dados colocam o Rio Grande Sul num patamar bem mais alto que o resto do país. Que coisa, não? Os dados mostram também um bom desempenho de Santa Catarina. Também, é o único que faz divisa conosco. Enfim, é sempre bom saber que a nossa querência é um lugar tri. Claro que não podemos esquecer que moramos também no Brasil, e temos que ter a consciência de que, como um estado dos menos pobres, devemos ajudar a transpor para a esfera nacional essa condição, e evitar que municípios como Centro do Guilherme, do Maranhão, possuam 95,32% dos habitantes miseráveis. Fábio | 11:11 | Fala que eu te escuto: terça-feira, setembro 23, 2003 mundo cão Ainda sobre mídia, e a farsa do Gugu, hein? Esses tempos eu parei pra ver uma das pegadinhas do João Cléber. Eles faziam (sob algum pretexto infundado) alguém sentar num banco de praça e esperar alguma coisa. Enquanto isso, um cara se aproximava por trás do banco, riscava um fósforo, acendia o pavio de uma pequena bomba (popular e pejorativamente conhecida como “cabeça de nego”) e jogavam sob os pés da pessoa do banco. Essa pessoa, alheia à fumaceira do artefato, levava um baita susto. Olhando aquilo eu pensava: “mas isso é armação! como alguém acredita nisso? Não há um órgão que regule esse tipo de coisa? Qual o limite disso?” Pois na semana passada chegamos (e ultrapassamos) o limite. O Domingo Legal arranjou uns caras pra se passarem por capangas do Primeiro Comando da Capital. Todos bem encapuzados, claro. Afinal de contas, não são burros de dar entrevista na tevê mostrando a cara. A polícia vê e descobre. E o cara botou no ar. Sem saber, coitado. Foi culpa da equipe desobediente. E os caras ainda fizeram ameaças de mentirinha contra o Datena e o Godóy, sujeitos que trabalham em outros canais da tevê. O primeiro era repórter esportivo, e, o segundo, juiz de futebol. A vontade de comentar sobre esse último é grande, mas meu dia está bem legal hoje. O caso é que, com a veiculação dessa esquete, criou-se o furdunço. O governo se manifestou, o Domingo (I)Legal não foi ao ar, o Gugu foi chamado para depor (mas não foi), e aqueles caras dos outros canais se esbaldam com o ocorrido como urubus na carniça. Será que o mundo cão encontrou o seu teto? Fábio | 18:05 | Fala que eu te escuto: segunda-feira, setembro 22, 2003 demagogia global E os atores da novela das oito da Globo protagonizaram uma passeata pelo desarmamento (ou algo do gênero). Fiquei até sabendo que o homem macaco Tony Ramos chegou a desfilar em uma cadeira de rodas. Não, os fãs mais ardorosos do galã podem ficar tranqüilos. O personagem interpretado por ele é que precisa de cadeira de rodas. Mas por que ele foi assim na manifestação? E que manifestação foi essa? Essa discussão acabou rolando pelos corredores e salas de aula do curso de jornalismo, e temos várias coisas que devem ser pensadas. Buenas, o papel prioritário da mídia seria o de informar a sociedade sobre o que é de interesse público. Claro que, conseqüentemente, a mídia adquire outros papéis, ou pelo menos deveria exercê-los, tais como formar culturalmente a sociedade, servir de mecanismo fiscalizador, etc e tal. Mas como as empresas de comunicação visam o lucro, nem sempre o objetivo de educar combina com o de lucrar. Mas isso é outra história e fica pra outro dia. Mas e a passeata? Como eu estava dizendo, esse é o tipo de manifestação social que a mídia deve cobrir e dar a devida atenção. Mas a mídia deve criar esses fatos? Isso foi organizado pela Globo, ao que me consta. Aí eu penso: o que eles querem com isso? Se as novelas da Globo dessem melhores exemplos, não haveria motivo para essas passeatas. Aí está a demagogia. E aquela conversa de domingo de Faustão (tinha um tal “arquivo confidencial”), em que os “megastars” dos atores diziam coisas como “não podemos sair na rua como personagens, tem gente que confunde, bla bla bla”? Bom, tem gente que diz que, independente dos objetivos interesseiros, valeu a iniciativa, pois a causa é nobre, e por aí vai. Mas pensar no quanto a Globo é boazinha pode ser um tanto traiçoeiro, não acham? Fábio | 20:09 | Fala que eu te escuto: sexta-feira, setembro 19, 2003 inutilidades curiosas Conheci essa por uma lista de mail, a e-zine. Trata-se de um programa que te faz perguntas sobre alguma coisa que tu imagine. Cada resposta leva a uma pergunta diferente e, na vigésima, ele te diz o que é. Bem ridículo, né? Mas tenta com vários objetos. Críque aqui [o]. Fábio | 13:30 | Fala que eu te escuto: quinta-feira, setembro 18, 2003 orgulho gaúcho O pessoal da faculdade trocou, nessa semana, a gigantesca bandeira do Brasil por uma do Rio Grande do Sul, devido à Semana Farroupilha. Ontem, ao andar pelo campus, contemplei aquela bandeira tremulando ao vento, soberana. Bairrismos à parte, fiquei pensando no quanto essa nossa bandeira gaúcha é bela. Bem mais bonita que a do Brasil. A mais bela de todos os estados, eu diria. Não só pela estética, mas por tudo que ela representa historicamente. É isso aí, tchê. ![]() precariedade II Continuando o debate que se criou acerca da necessidade ou não de tecnologias como internet, tevê a cabo/satélite e telefone. Meu camarada Muca veio com o papo de que “alguns desocupados inventaram essas porquêras”. Bom, isso deve ser brincadeira dele, por isso não vou comentar. Particularmente, não me importo muito com a falta do telefone, exceto pelo fato de que, com isso, fico conseqüentemente sem acesso à internet. Isso sim, pra quem está acostumado, é brabo. Não freqüento mircs da vida, nem tampouco salas de chat. No máximo um icq amigo. Peguei o costume de consultar permanentemente a web ao escrever, vendo notícias, o que está acontecendo no mundo, buscando curiosidades, verificando a gramática em sites especializados, etc. Poderia escrever milhares de coisas pras quais a web é útil. E não só ao escrever. Saber onde vai tocar aquela banda, que hora passa tal filme no cinema sem depender do jornal, baixar aquela música que deu uma vontade súbita de ouvir, etc., etc., etc. E, sobre tevê a cabo, também não está me fazendo “aquela” falta, mas, mesmo que represente 10% da programação da maioria das tevês por assinatura, as boas produções dão saudade. Ademais, estou pensando em escrever um artigo sobre a nossa velha amiga tevê aberta. O troço é realmente triste, mas pelo menos diminuí drasticamente o tempo em frente ao aparelho mágico. Meu amigo Fagner perguntou sobre livros, rádio e rua. Particularmente, esses três estão à frente hierarquicamente da tevê e do telefone, considero-os muito mais edificantes. Mas essas mídias (se me permitem chamar a rua de mídia) se inter-complementam, e creio que o uso equilibrado de todas elas é o melhor a se buscar. Fábio | 08:56 | Fala que eu te escuto: quarta-feira, setembro 10, 2003 precariedade Hoje em dia, ficar sem tevê por assinatura, telefone e internet é realmente BRABO. Fábio | 21:14 | Fala que eu te escuto: custos E no dia anterior às apresentações de winston e Lagarto a Vapor vai ter show da The Travellers no Putzel, no melhor estilo côntri. Preço da festa: R$ 15,00, simplesmente o triplo. Fábio | 21:09 | Fala que eu te escuto: domingo, setembro 07, 2003 oportunidade ![]() sexta-feira, setembro 05, 2003 música Tenho ouvido muito o St. Anger, Walverdes, Weezer, Interpol, coisas novas e coisas velhas do meu limitadíssimo universo musical, que pretendo expandir um pouco a cada instante. Mas sobre o Metallica, pra mim um puta disco. Ao contrário da opinião da maioria dos sujeitos com quem converso sobre o assunto, eu achei muito bom mesmo. Como fã da banda, de todas as fases, vejo esse som como se fosse uma nova banda (pela terceira vez), mas o acho, apesar de diferente dos anteriores, muito bom também. Se surgisse uma banda desconhecida que lançasse o St. Anger, todo mundo ia elogiar. Mas eu tento ignorar todo o lance comercial, e curtir apenas a pauleira do santa raiva, que é muito competente e pesada. Obs: comentário totalmente passional. Fábio | 08:39 | Fala que eu te escuto: o foca em foco Meu colega de trabalho e comunicação social Bernardo Bender criou uma newsletter bem interessante pra quem estuda e/ou tem interesse pelo jornalismo. O Informativo Focalizando – O foca em foco – dá toques de cursos, concursos e eventos culturais, além de notícias sobre o jornalismo tanto acadêmico – tendo a Feevale como referência – como profissional. Ainda vai trazer enquetes e fóruns de discussão, nas edições seguintes. É aberto a colaborações dos leitores para textos, fotos, pautas e críticas sobre jornalismo e comunicação. Quem quiser receber, mande um e-mail clicando aqui. Fábio | 08:33 | Fala que eu te escuto: de volta Após dias de inércia, este weblog está voltando à rotina, mesmo sendo esta rotina sempre indefinida. O autor trocou de escritório e reencontrou a sua menina, o que tomou tempo. No novo escritório eis que não há internet, e em função disto as publicações sairão com maior freqüência em determinados horários. Aproveito pra pedir aos incautos internautas que por ventura passam por aqui, que corrijam minhas atrocidades contra a nossa língua portuguesa, xingando a mim nos comentários. Thanx Fábio | 08:27 | Fala que eu te escuto: |
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